• Domingo, 07 de Junho de 2026

Jovem teria sido morto pelo próprio amigo, diz mãe

Segundo postagem feita pela mãe do jovem Alan Alexsander, morto com um tiro na barriga, em uma página nas redes sociais, o disparo teria sido efetuado de forma acidental pelo próprio amigo.

POR JOELSO GONçALVES

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Aral Moreira (MS) – O tiro que matou o jovem Alan Alexsander Wider, de 22 anos, na noite dessa segunda-feira, dia 21 de dezembro, em Aral Moreira, teria sido efetuado supostamente de forma acidental pelo próprio amigo.

 

O fato ocorreu pouco antes das 20h na frente da casa de uma mulher, onde, segundo testemunhas, estaria ocorrendo um churrasco de confraternização.

 

A afirmação é da mãe do jovem que utilizou as redes sociais na tarde dessa terça-feira (22) para falar sobre o ocorrido. “Que tristeza o próprio amigo matar meu filho Alan Alexsander Wider e agora disque foi acidente, nada” questionou ela, em postagem feita em sua página oficial do facebook, com uma foto do jovem. No entanto, a mãe não relatou quem seria o suposto amigo, autor dos disparos.

 

Segundo a policia, Alan Alexsander Wider, o “Japinha” como era conhecido entre os familiares e amigos, foi atingido por um disparo de arma de fogo, calibre não informado, na região da barriga.

 

A princípio, conforme o boletim de ocorrência, testemunhas, que participavam da festa de confraternização, afirmaram que no momento do incidente foi ouvido um barulho, no entanto os participantes não deram muita importância por acharem que se tratava de fogos de artifício.

 

Depois de um curto período, Alan Alexsander Wider foi avistado caído em frente à residência por um dos participantes, que ao chegar perto de Alan, teria pedido socorro e disse que sentia dores na barriga.

 

Alan foi socorrido e encaminhado até o hospital municipal, por uma das testemunhas, que colocou o jovem ferido no carro e o levou até a unidade hospitalar.

 

O jovem acabou não resistindo aos ferimentos e morreu horas depois de dar entrada na unidade.

 

Testemunhas ouvidas pela policia disseram que no momento do ocorrido não viram nenhum suspeito ou sabiam de alguma desavença que a vitima poderia ter.

 

As circunstâncias e os detalhes do ocorrido serão apurados pela equipe de investigação da PC, que já atua no caso.



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