• Domingo, 07 de Junho de 2026

Ceinf de Aral Moreira desenvolve atividades para lembrar o Dia Nacional do Surdo

POR JOELSO GONçALVES

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Aral Moreira (MS) – A sexta-feira, 25 de setembro, no Ceinf (Centro de Educação Infantil) Caminho do Saber, em Aral Moreira, foi marcada por diversas apresentações e brincadeiras. As atividades, que foram coordenadas pela direção daquela unidade de ensino, teve como foco principal lembrar a data, celebrado em 26 de setembro.

 

O evento contou ainda com a participação dos alunos da Escola Municipal Joaquim Moreira Lopes e da Estadual Dr. Fernando Correa da Costa, ambas situada na sede do município.

 

Durante as apresentações, que envolveu alunos, professores e coordenadores daquela unidade de ensino, foram desenvolvidas várias atividades culturais, brincadeiras em alusão a data. Na ocasião, os participantes utilizaram camisetas e um laço azul no peito, que simboliza a data.

 

De acordo com a diretora do Ceinf, Ana Maria Soares Flor, a realização do 1º Encontro do Dia do Surdo, como foi intitulado o evento, teve como principal objetivo promover a “igualdade de oportunidade” e “ educação para todos”. Ela também destacou a importância da promoção da Língua Brasileira de Sinais para a pessoa surda. “É importante sensibilizarmos a comunidade ouvinte acerca da comunicação em Libras na vida das pessoas surdas e na constituição da identidade do sujeito surdo, tornando assim um cidadão crítico e atuante na sociedade que vive” destaca ela.

 

Dia Nacional do Surdo - A luta pela inclusão dos surdos e deficientes auditivos na sociedade é antiga. No Brasil, a primeira escola somente para alunos surdos foi fundada durante o Império de Dom Pedro II. Em 26 de setembro de 1857, o professor francês Hernest Huet fundou, com o apoio do imperador, o Imperial Instituto de Surdos Mudos. Huet era surdo e ajudou a desenvolver a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras).

 

A Libras é reconhecida como uma língua natural pela Lei Nº 10.436 de 24 de abril de 2002 e Decreto Nº 5.626/2005. Essa legislação respeita os valores da Linguística e Cultura dos Surdos e define a língua de sinais como primeira língua para os surdos e a Língua Portuguesa como segunda.



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